Talvez, só talvez você leia o que te escrevo agora, e sinceramente, não sei se quero ou não que isso aconteça. Eu sinto a sua falta, todos os dias desde que você partiu, e sua falta me mata. Me mata saber o que você se transformou, as coisas que você faz, os sentimentos que jogou fora. Dói principalmente porque a mulher que eu amei, nao existe mais, foi uma invenção minha e que você se adaptou pra me agradar. Se adaptou, e morreu aos poucos. Nós morremos, nós nos perdemos, nós esquecemos o que era amor. Uma hora isso tinha que ter fim, e isso era justamente o que eu mais temia: a vida sem você não tem tanto valor. Enfim, só quero dizer que eu tô bem, me encontrei e tenho uma vontade enorme de consertar os erros que cometemos. Juntas. Eu te amo, e amo sem fim, sem condições e sem querer nada de volta. Eu te amo mesmo. Me perdoa
(via odaluza)
“Arose”
Maddy Young, 2015
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